Se, em tempos, os jornais de papel sujo eram senhores da actualidade, hoje, a rapidez de uma actualização no mundo digital está a milhas de distância do tradicional fecho do jornal nocturno e sua distribuição.Há quem goste e há quem não goste. Há quem prefira o café, o cigarro e o jornal. Mas, cada vez mais, o tempo escasseia. E os "upgrades" da internet, reflexos de um mundo cada vez mais comodista em que olhar os títulos no quiosque mais próximo é perder tempo, convergem para esse sentido: a informação procura o indivíduo, contrariando a busca da actualidade por parte do tradicional leitor.
De facto, seja a plataforma que estivermos a usar, podemos subscrever notícias dos 4 cantos do mundo na nossa homepage. Os sites dos jornais já estão equipados com essas funcionalidades. Podemos simplesmente carregar na notícia que nos desperte mais interesse. Ao contrário do jornal físico, que requer o "velhinho" hábito de folhear.
Mais, os sites de notícias começaram a modernizar-se com a utilização do vídeo, com a reportagem visual, com a interecção multimédia, o que aumenta o leque de opções do leitor na busca de informação. Coisa algo impensável no rectângulo sujo que se vende nos quiosques.
É possível que haja quem considere este universo cibernético um tanto ou quanto orwelliano, em que o utilizador passa por submisso do controlo poderoso de um Big Brother digital. Por outro lado, é cada vez mais inconcebível fazer parte de uma "aldeia global", como escreveu McLuhan, se a ignorância é opção. E, desta forma, a "web" é a melhor arma que podemos ter na mão para combater tal dormência social. Do nosso computador, para o mundo, à distância de um clique.
Assim, num primeiro post, pretendo introduzir-me ao universo digital sem fronteiras, nomeadamente, ao ínfimo cantinho reservado aos media.
É possível que haja quem considere este universo cibernético um tanto ou quanto orwelliano, em que o utilizador passa por submisso do controlo poderoso de um Big Brother digital. Por outro lado, é cada vez mais inconcebível fazer parte de uma "aldeia global", como escreveu McLuhan, se a ignorância é opção. E, desta forma, a "web" é a melhor arma que podemos ter na mão para combater tal dormência social. Do nosso computador, para o mundo, à distância de um clique.
Assim, num primeiro post, pretendo introduzir-me ao universo digital sem fronteiras, nomeadamente, ao ínfimo cantinho reservado aos media.
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